Bom, você já deve ter visto alguns posts nesse blog ou no Facebook ou no Instagram.

Você até já deve ter lido o Sobre dessa página e sabe um pouco sobre a sua história mas hoje eu vou dar cara e nome a ela.

Bom, essa sou eu:

WhatsApp Image 2017-06-19 at 10.57.11
Em Recife

Meu nome é Bárbara Nunes, sou recifense e tenho 24 anos. Sou a idealizadora do Que Tal? Idiomas

Talvez vocês estejam surpresos pela minha idade, mas eu vou contar um pouco sobre a minha história com o idioma.

Minha mãe começou a me ensinar espanhol quando eu tinha 7 anos. Ela fez um curso em Recife e, percebendo a importância de línguas estrangeiras no futuro dos filhos, começou a ensinar em casa a umas amigas, meu irmão e a mim.

O começo foi recheado de “parece com português”, de repetições incansáveis no livro adotado por mainha e, claro, de canções como “Corazón partio”.

Estudamos alguns meses, tirei nota baixa na prova que ela fez e, alguns anos se passaram e ela conheceu um espanhol. Meu irmão e eu pensamos que seria a chance de aprender o idioma bem direitinho e, quem sabe, morar na Espanha!

Mas um sentimento de frustração nos tomou quando o dito cujo telefonou para a filha e não entendemos NADA. ABSOLUTAMENTE NADA. Eu juro! Ali, o cara não tava falando em espanhol. ERA IMPOSSÍVEL!

Eles passaram muitos anos casados e, por hábito, eu nunca falei com ele em espanhol.

Eu poderia mentir e dizer que aprendi tudo que eu sei em casa, conversando. Mas não vou fazer isso. Eu nunca falei com ele em espanhol. Ouvia em espanhol, respondia em português. Não me orgulho disso e, se vocês tiverem a oportunidade de não fazer isso, não façam.

Resolvi fazer Letras, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e tinha aula com quem? Com meu padrasto! Aí sim eu falava, respondia, pensava, escrevia, vivia e xingava em espanhol. E aí eu percebi o quanto era importante e o quanto eu gostava de dar aulas.

Comecei a dar aulas com 19 anos e, aos poucos, fui montando uma ideia. Uma ideia que hoje, cinco anos depois, é o coração e o que move o Que Tal? Idiomas: a educação crítica.

Não vejo a educação separada da crítica. Não acho que são inúteis debates sobre temas sociais, políticos, econômicos… Não acho que a gramática sozinha faça com que alguém aprenda, de verdade, um idioma. A gramática é importante, como o vocabulário é importante.

A vontade é importante.

O meu objetivo, com esse curso (junto com as mídias sociais) é mostrar que aprender idiomas não precisa ser chato. A gente pode aprender com o que quiser, quando quiser, como quiser.

Do jeito que a gente aprende melhor.

E o Que Tal? Idiomas é um resumo disso. Eu organizo a aula que você quer, da maneira que você aprende melhor, dentro da nossa proposta da diversidade cultural.

Ah, eu passei um tempo lá na Espanha! Vou fazer alguns posts sobre isso.

Foi um prazer conhecer vocês!

Cheiro e ¡hasta pronto!

2 comentários em “A alma por trás do Que Tal Idiomas: Bárbara Nunes.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s