¡Buenas tardes mis amigos!

Esse mês de setembro estamos falando sobre algumas cidades peruanas que podem ser o seu próximo destino de viagem. Estamos no terceiro domingo do mês e já passamos por Lima e Cusco, aproveitando a carona hoje vamos falar sobre Machu Picchu! Um dos destinos mais famosos e procurados no Peru.

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Panorâmica de Machu Picchu. Fonte: Hugo Chinaglia

Conhecido como a “cidade perdida dos Incas”, o sítio arqueológico está, aproximadamente, 2.450 metros acima do nível do mar e foi povoado entre os anos de 1450 a 1540. O local é todo construído por pedras, sendo que a maior parte delas tem entre 10kg e 15kg. Uma curiosidade que torna o lugar ainda mais interessante é saber que os locais eram bem pequenos: os homens tinham, em média, 1,55m e as mulheres, 1,25m. Você consegue imaginar como eles conseguiram construir uma cidade tão grandiosa?

Isso eu não sei, mas como você pode chegar lá é uma pergunta mais fácil de responder:

Infelizmente a logística para chegar não é nada fácil, mas você perceberá que o esforço vale a pena, eu prometo. Não existe nenhum voo direto por motivos óbvios né? A cidade mais próxima de lá é Cusco, que falamos semana passada, mas também não tem voo direto entre Brasil-Cusco.

E agora, como eu vou chegar nessa bendita cidade Joyce?

Já tá na chuva é para se molhar, né não? Então o melhor conselho possível é aproveitar para conhecer as cidades mais próximas, por exemplo, você pode pegar um voo para a cidade de Lima e passar alguns dias por lá, depois seguir para Cusco que é conhecida como a porta de entrada para Machu Picchu. Com o planejamento certo você consegue dar esse rolê, vai por mim.

Para hospedagem você pode optar se hospedar em um dos vilarejos no entorno do sítio. O mais próximo é Aguas Calientes, está localizado há pouco mais de 15 minutos de ônibus. É vantajoso ficar nele porque sua infraestrutura é boa, com a vantagem de perder pouco tempo em deslocamento. Os outros lugares são Ollantaytambo que está há 2 horas de trem e Cusco que, é a mais afastada, vai te fazer passar entre 3 à 4 horas num trem.

Você precisa considerar o tempo que pretende passar no local, o nível de conforto que você quer ter durante a viagem, quantidade de dinheiro disponível para hospedagem, deslocamento, alimentação, pois, apesar do Peru ser um país considerado barato por viajantes, Machu Picchu não entra nessa estatística. O local me parece bem caro, pois quase tudo é pago por lá.

Agora, lembra que eu falei que o destino é um dos mais famosos no país? Pois é, eu não estava brincando! Há relatos de pessoas que passam meses procurando bilhetes para conseguir fazer a visitação ao sítio arqueológico, dependendo da época do ano é claro. Você pode escolher entre visitar só o sítio, ou fazer casadinhas entre o sítio e Huayna Picchu, ou ainda visitar Machu Picchu e a Montanha de Machu Picchu. Em qualquer caso você vai ter que gastar um pouco.

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Uma mania brasileira que você não pode levar para lá de jeito nenhum é a de tentar comprar o ingresso na hora (tem que planejar, planejar e planejar, lembra?). Alguns bilhetes têm um número de vendas diário muito limitado. Se você for com esse pensamento de “na hora eu vejo” vai se dar mal, pois o bilhete é personalizado e só entra  lá se apresentar o passaporte. Com direito a uma carimbada da “alfândega Inca” e tudo mais. Quem avisa amigo é, viu?

Vamos ver um pouquinho desse lugar?

O Parque Arqueológico de Machu Picchu possui templos, muros, casas e várias outras ruínas do período em que foi povoado. Se você não curtir muito lugares amontoados de turistas e filas, por vezes quilométricas, o ideal é que vá um pouco após as 10h00. Isso porquê o maior número de pessoas se desloca para lá logo cedo e assim voltam no mesmo horário, é fila para chegar e para sair. Mas se você for um pouco mais tarde irá pegar o contrafluxo e vai conseguir aproveitar melhor.

Por se tratar de um lugar sem moradores locais e histórico é aconselhado que você faça o passeio com um guia turístico, do contrário, você vai voltar de lá tendo visto um monte de pedra e construções gigantescas sem fazer ideia do que se passou ali, o porquê da cidade existir entre outras informações que com certeza vão fazer tua ida ser mais interessante e gostosa. Se for economizar, opte por fazer isso em outros pontos da viagem.

Antes de subir, pegue um mapa na recepção do parque. Ele irá te auxiliar com as várias informações sobre localização. Na volta do passeio, antes de deixar o parque, você deve ir até a recepção novamente para receber no passaporte um carimbo da visitação.

Agora um ponto muito importante: você não pode comer dentro do sítio arqueológico, é preciso sair, mas isso não quer dizer que você não possa levar um lanche e água (muita água, não vá esquecer de se hidratar com toda a altitude). Dada a localização do parque as opções de comida são poucas e bem caras, se você quiser economizar indico que evite esses lugares ao máximo.

O parque é imenso e tudo lá é bem grandioso e interessante, mas para você não ficar perdido por lá vou te dar algumas dicas de lugares imperdíveis para visitar, ok? O primeiro deles é a zona agrícola que fica logo no inicio do passeio. É de lá que são feitas as fotos panorâmicas mais famosas do sítio, que inclusive está no inicio desse post. Em seguida, passando pela porta principal e chegando à zona urbana, pare para observar o encaixe perfeito das pedras gigantescas, além da acústica perfeita dos nichos nas paredes.

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Área de agricultura, Machu Picchu, Peru. Fonte: Eider Oliveira
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Construção em Machu Picchu, Peru. Fonte: Hiper Cultura
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Construção em Machu Picchu, Peru. Fonte: Guia de Viagem

No passeio, siga fazendo uma parada na Praça dos Templos e em seguida se dirija ao Templo Principal, formado por grandiosas pedras. Esse último templo sofreu com os vários abalos sísmicos, mas é um dos pontos mais importantes de toda a visitação. Prosseguindo no passeio, passe pelo Templo do Sol e pelo setor da Rocha Sagrada, que presenta o horizonte das montanhas.

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Praça dos Templos, Machu Picchu, Peru. Fonte: Voyage Virtuel
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Templo Principal em Machu Picchu, Peru. Fonte: Tripadvisor
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Templo do Sol em Machu Picchu, Peru. Fonte: Tripadvisor

Anteriormente nós falamos do bilhete para uma visita casadinha do parque e Huayna Picchu, certo? A Huayna Picchu é aquela montanha íngreme ao fundo das fotos panorâmicas tiradas da zona agrícola. Ela fica 2.720 metros acima no nível do mar e a subida até o alto dela é permitida, mas limitada a dois grupos diários de até 200 pessoas, sempre pela manhã. A visão que se tem de lá é ainda mais incrível, e quem vai fica admirado. Mesmo que seja cansativo, o consenso geral é de que o esforço vale a pena, porque você pode ver a Cidade Perdida de um ângulo que poucas pessoas conhecem.

E se for pra subir tem ainda a Montanha Machu Picchu. A trilha para subir, que foi construída ainda pelos Inca, é quase toda feita de degraus íngremes de pedra, ou seja, é uma eterna escadaria meu amigo/a. Força na canela, viu? Na verdade a força na canela é pra aguentar Machu Picchu como um todo, mas pra atrair tanta gente o negócio deve ser bom né? Vai lá conferir!

E conta pra gente visse?

Algumas informações extras: evite viajar entre novembro e março, pois o período é de chuvas no parque arqueológico. Junho e julho são os melhores meses para visitação, em termos climáticos. E para evitar virar lanche dos pernilongos, lembre-se de levar repelente.

Agora a dica de ouronão vá se arriscar num lugar incrível como esses mandando um portunhol. Nós temos cursos voltados para viagens. Basta preencher nosso formulário aqui e a equipe do Que Tal vai entrar em contato agendando uma aula experimental.

Gostou? Deixa um comentário, é importante pra gente!

Até a próxima.


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2 comentários em “#QueTalViajar: Machu Picchu

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