Hiiii!!!

Tem novidade no blog siiim: eu mesma, Andreza Melo. haushuashuash Brinks! Me chamo Anissa, the teacher hahaha. Turu good?

Imaginem a cena: ceia de Natal, a família toda sentada à mesa, chega a sobremesa e é pavê. Para sua infelicidade tem aquele tio que se acha o comediante e solta a clássica:

E assim se destrói mais um Natal! Hahaha não é pra tanto assim mas que ninguém merece, ninguém merece.

Apesar de piadocas como essa, a comédia é um gênero artístico que vem do teatro Grego, e desde então se faz presente sempre que um artista arranca sorrisos e risadas da plateia.

Das várias facetas que a comédia tem, hoje vamos falar de um que se tornou muito popular aqui no Brasil, o Stand-Up Comedy.

As raízes do stand-up se encontram nas variadas formas de entretenimento americano do final do século XIX, o vaudeville (teatro de revista) e monólogos humorísticos. À época, os comediantes eram conhecidos como Mestres de Cerimônia (MC) e vistos apenas como contadores de piadas, servindo para abrir algum espetáculo ou manter a platéia entretida nos intervalos.

Com o passar do tempo, o vaudeville foi perdendo espaço. Ao final dos anos 50 e durante a década de 60, o stand-up se torna o queridinho dos boêmios e intelectuais. Com a popularidade do gênero, alguns clubes noturnos tornaram sua programação exclusiva para os números de humor e passam a ser chamados de Comedy Clubs (Clube de Comédia).

Agora com um espaço totalmente dedicados a arte de fazer rir, os comediantes deixam de lado as piadas inspiradas em estereótipos familiares e étnicos e passam a adotar um tom mais ácido, fazendo críticas política e social.

Nos anos 1970, alguns artistas ganham notoriedade e, por consequência, o stand-up vai para a televisão americana nos programas Saturday Night Lives e The Tonight Show e ajuda a alavancar a carreira de vários outros artistas do ramo. A criação da HBO e do  canal Comedy Central nos 1980 também influenciaram na popularização do estilo.

Nas terras tupiniquins, o gênero chega através de Chico Anísio e outros comediantes na década de 1960. Com a escalada da TV, Chico se torna o ícone do humor nacional. Mas apesar do nome de força, o gênero perde espaço e retorna nos anos 2000, nas noites paulistanas e cariocas.

A partir daí, clubes de comédias formas surgindo e seus destaques foram parar na TV, dando status de celebridades para esses artistas.

E para os tiozões de piadas ruins da vida, fica o incentivo: engraçadinho você já é, o que falta graça. Vai fundo, tiozão! E nos vemos no próximo Natal.

Bye!

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