Dear Readers, agora vocês já devem ter percebido o quanto essa que vos fala é viciada em séries. Não precisam me julgar, eu já faço isso por vocês, mas tento olhar pelo lado positivo e ver que assisto séries pura e simplesmente para criar conteúdo pro Que Tal? Idiomas ❤

A boa de hoje é The Umbrella Academy disponibilizada desde 15 de fevereiro na Netflix. Inclusive, essa plataforma digital está de parabéns com suas últimas produções, é um sucesso atrás de outro.

Já falei que preciso ser patrocinada pela Netflix.

E sim, essa é mais uma série sobre super heróis. Mas é claro que não é só mais uma série de super heróis. Fugindo um pouco dos comic books da D.C e da Marvel, a série foi adaptada para a plataforma de streaming baseado na série de HQs escrita por Gerard Way e ilustrada por Gabriel Bá. Gerard, inclusive, participou como produtor da adaptação.

Tá, mas o que isso tem de diferente? Se você ainda não pegou apenas pelo nome, Gerard Way foi o vocalista e co-fundador da banda americana My Chemical Romance, só em lembrar disso minha fase emo já treme nas profundezas de onde está enterrada.

O autor até já deu entrevista falando sobre como os integrantes e o tempo que ele teve com a banda influenciaram alguns personagens e acontecimentos da storyline dos HQs. Eu sendo um dos integrantes ficaria bem noiada tentando pegar as referências, mas os caras aparentam ser bem de boas com isso.

A série se passa em um universo alternativo, a vida dos 6 personagens principais chega até a interferir em fatos históricos como o assassinato do presidente americano Kennedy. Esses 6 personagens são crianças que nasceram coincidentemente no mesmo momento, ao redor do mundo, dotados de super poderes e um milionário então decide adotá-los e transformá-los em super heróis.

Será que eu tenho um personagem favorito? (Cough) KLAUS! (Cough)

Ainda não estão convencidos da maravilha que isso tudo é? Pois então vou apelar para o elenco, na moral, eles tem uma química muito boa e as cenas em que todos estão juntos demonstram mesmo que são uma família bem disfuncional. É ótimo ver essa versão gourmetizada da Grande Família. Além de contar com a atuação da incrível da Ellen Page.

Essa mulher espirra e eu já tô aplaudindo de pé.

É claro que a estória tem toda aquela emoção pertinente aos filmes/livros/séries do gênero que é saber se eles vão conseguir salvar o mundo no final, mas os diálogos são tão bons que você acaba se esquecendo um pouco disso.

That’s it, aproveitem o final de semana para fazer aquela boa e velha maratona e se deleitem com todo prazer.

PS: EU ESTOU MORTA! A netflix confirmou a segunda temporada!

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