Tumbalacatumba tumba ta!
Como estão meus queridos amigos do Que tal Idiomas? Espero que muito bem! Aprendendo cada dia mais o nosso lindo espanhol e inglês? Espero que sim…
Estava com muitas saudades de vocês e vocês também de mim? jajajaj S2.

Hoje trago a continuação das culturas pré-incaicas, pois foi o tema principal dos meus posts.

Desta vez vamos falar sobre “La Cultura Paracas”. Desde a época da minha escola, esta cultura foi a que mais gostei, pois lembro que quando li, na época da colonização dos espanhóis, os “paracas” não se importavam com o ouro e a prata que estava sendo levando, mas sim, com os tecidos que são bem impressionantes (os desenhos, as intensidades das cores, etc). Eles tinham mais receio com os tecidos, pois além de ser bonitos; as imagens, histórias e cultura, eram imortalizadas nelas.

Comentarei agora algumas características específicas da “Cultura Paracas”, então vamos lá!!!

LA CULTURA PARACAS (700-200 d.C)

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Primeiramente, as referências que temos sobre esta cultura vem da expedição que se fez no “Cerro Colorado” que também se conhece como “Paracas Cavernas”. Estas pesquisas foram feitas por Julio César Tello que com os estudos que fez no “Cerro Colorado”, identificou duas épocas bem definidas da historia dos paracas.

Com o dito anteriormente, a primeira época correspondia a “Paracas Cavernas” isto a partir do ano 700 a.C. até o ano 500 a.C. onde encontramos grandes características pertencentes à cultura Chavín. Ou seja, esta cultura aportou grandes coisas para os paracas, em especial, as peças em cerâmica.

Durante este período do Paracas Cavernas foram encontradas cavernas que eram cavadas subterraneamente na forma de taça de champanha, tinham uma orientação vertical que chegava até os 6 metros, onde eram colocadas as múmias.

Estas múmias foram encontradas em posição fetal. Eram homens e mulheres de diferentes idades, que envolvidos em tecidos finos (chiques). Esta cultura se destacou muito bem na parte têxtil e na arte, com isto, era característico encontrar estas múmias com peças de cores bem brilhantes, com figuras antropomorfas (sem forma) e outras figuras geométricas.

cultura paracas
Ilustração de uma cirurgia no crâneo

Além disto, a segunda época corresponde a “Paracas Necrópolis”, que tem os anos de 500 a.C até 200 d.C. Esta época tem este nome porque a principal característica dela são os cemitérios em forma de retângulo encontrados em “Warikayan”, os quais, também estavam divididos em vários compartimentos subterrâneos.

Com este descobrimento, Julio C. Tello dá o nome de “Ciudad de los muertos” ou “Necrópolis” que foi uma importante época dos Paracas, pois se encontraram características de compartimentos que pertenciam a famílias completas.

 Localização Geográfica:

  • Localizado na península de Paracas (Pisco), no departamento de Ica, exatamente entre os rios Ica e Pisco.

Período:

                Logo de ser estudado pelo arqueólogo Julio César Tello, este o dividiu em:

  • PARACAS – CAVERNAS

Onde encontramos a construção de duas tumbas de 2 metros de profundidade e uma caverna, onde se colocavam múmias envoltas em tecidos finos.

Cerâmica:

A cerâmica também foi uma área muito importante para os Paracas, pelo estilo e desenhos, definiram esta cultura como um dos mais distinguidos desta sociedade, pois tinham características realmente únicas para a época. Aliás, muitas referências indicam que a cerâmica da cultura Paracas trata-se de uma das mais complexas que se desenvolveu no período formativo andino.

A cultura Paracas tinha formas muito variadas na cerâmica, eram peças que foram usadas como panelas, xícaras, pratos e garrafas. Eram de coloração variada como preto, amarelo, vermelho, verde, com figuras geométricas de felinos e aves, também o que foi mais predominante foram as vasilhas globulares de doble pico.

Las deformaciones craneanas:

Um dois aspectos mais sobressalientes também desta cultura foram as “Trepanaciones o deformaciones craneanas”, estas cirurgias feitos pelos médicos da época eram um modo de tentar tratar traumatismos cranianos, onde faziam um buraco do lado do crânio, com isto, se concluiu que a cultura Paracas viveu uma época muito violenta, pois este tipo de cirurgia foi encontrada na maioria dos crânios.

Trepanaciones Craneanas

Para poder cobrir depois este buraco no crânio usavam uma placa de ouro durante a cirurgia. Utilizavam facas de obsidiana, instrumentos feitos de dentes de lobos, algodão, vendas para curar fissuras dos crânios produzidas nas guerras. Também fizeram cirurgias obstétricas e utilizaram elementos anestésicos.

As deformações do crânios eram talvez por razões religiosas de classe social, ou estética, os crânios eram deformados colocando e amarrando umas madeiras nos crânios das crianças, para que este se deforme para acima, ou, para atrás.

  •        PARACAS – NECRÓPOLIS

Nesta época, lembrando que temos um cemitério com partes subterrâneas, é uma verdadeira “Ciudad de Muertos”, e neste período se desenvolveu:

Arte Têxtil:

Arte Têxtil

Nesta arte desenvolveram peças com materiais de alta qualidade, feitos de alpaca (família da lhama), lã de vicunha, algodão e outros elementos decorativos como as penas. Esta civilização se destacou entre as outras na parte têxtil, pois eram elaboradas com muito cuidado, garantindo uma harmoniosa combinação de cores e mantendo figuras de animais, figuras antropomorfas (sem formas) e outras geométricas.

Momificaciones:

Mumificações

Segundo os estudos aplicados, o processo da mumificação era desfazer os órgãos e algumas partes do corpo, em outros casos se queimava o corpo com a finalidade de diminuir o tamanho deste, para assim, facilitar o processo de enterra-lo. Lembrando que este processo estava relacionado com as crenças religiosas, pois acreditavam na vida após a morte. Estas múmias ficaram em perfeitos estados por causa do clima (o deserto preservou muito destas). Outra característica deste processo era de colocar a múmia em posição fetal e posteriormente, envolvida em mantos. Além disso, tinham muitos elementos decorativos junto a eles, peças de cerâmica e outros enfeites que pertenciam ao defunto.

Bom meus queridos amigos, espero e tenham gostado do texto!

Assim sabem mais um pouquinho da história dos meus antepassados incas.

Comigo é até aqui, cuidem-se muito, lembrem de curtir a gente nas redes sociais, instagram, facebook, youtube, um abraço e…

Hasta la vista baby’s!!!!

               

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