Sabe uma coisa bem legal que acontece quando a gente tá estudando um idioma? A nossa evolução. É bom saber que demos os primeiros passos e que agora estamos prontos para tudo. Como o aprendizado de uma língua é um processo, conversamos com nossa aluna Nathália Italiano, que teve aulas presenciais (em Recife) e hoje mora em Barcelona. Será que as dificuldades que ela teve são parecidas com as suas? Será que podemos te ajudar? Confere a entrevista abaixo:

1. Como foi o seu primeiro contato com o espanhol?

Desesperador, de uma forma que te motiva. O meu primeiro contato foi durante minha primeira aula (a qual só podia falar em espanhol). Achei que não entenderia nada, não conseguiria absorver nada. Ao contrário disso eu consegui ir até o fim da aula, compreendendo, questionando, foi uma experiência incrível e desafiadora, além de me fazer sentir capaz de aprender.

2. Como você conheceu o Que Tal?

Na empresa do meu marido tem aulas de espanhol com a professora Bárbara, não só ele, como outras pessoas, que trabalham lá, sempre falaram bem dela. Coincidentemente, antes de ouvir sobre a Bárbara, eu estava buscando um curso de espanhol particular e achei o Que Tal pelo Instagram. Então, um dia, toda empolgada falei sobre esse curso pro meu marido e ele fez a relação entre a Bárbara e o Que Tal, claro que eu tive que experimentar.

3. Escolher aulas particulares ajudou no seu desenvolvimento na língua?

Muito. Em pouco tempo evoluí, compreendia diálogos e conseguia formular frases em espanhol. As aulas particulares são mais direcionadas, ou seja, são adaptadas pra cada pessoa, então o ritmo do professor é diretamente ligado com o perfil de aprendizado, objetivos e características do aluno, o que é de extrema importância para direcionar e estimular os estudos.

Nathália Italiano. Aluna QTI e atualmente, moradora de Barcelona, na Espanha.

4. Você se sentiu mais segura em ter uma base quando chegou a Barcelona?

Eu não consigo nem explicar a diferença que o Que Tal fez na minha vida. Ao colocar em prática, por estar inserida em uma região que havia a necessidade de falar espanhol, pude observar o meu desenvolvimento no aprendizado da língua. As primeiras frases foram travadas, ao dialogar com o taxista, depois de um dia eu percebi que eu conseguia me aventurar na cidade, sempre me lembrando das aulas –  o conteúdo das aulas estava em todos os locais da cidade.

5. Quais foram/são as suas maiores dificuldades na língua e como o Que Tal te ajudou/está ajudando a superar?

Já passei por algumas fases de dificuldades. Primeiro nas pronuncias das palavras, principalmente aquelas com “j”, mas depois de algumas aulas comecei a fluir. Depois em diferenciar termos cotidianos, a exemplo dos dias da semana, que, paralelamente à evolução das pronuncias e ao estímulo da professora Bárbara, também começou a fazer sentido. Até que cheguei às dificuldades gramaticais, as quais ainda estudo, mas tenho certeza que, assim como os outros, também deixarão de ser um problema.

6. Você recomendaria o curso? Por quê?

Recomendo para todos não por ser um curso, mas por ser uma experiência completa. Na aula você fica submerso à língua, à cultura, aos termos usados no dia a dia das cidades. É incrível como eles te preparam para os locais, não somente para comunicação. Além disso, existe um suporte de aprendizado pelas redes sociais do Que Tal, onde sempre mostram curiosidades, textos e discutem tópicos desses assuntos. Como não recomendar?

A gente morre de orgulho de Nathália! Obrigada pelo carinho e seguiremos juntas!

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